Empresas acusadas de Fraude piramidal

mayo 14, 2014

25 supuestas Empresas “Multinivel” acusadas de pirámides

 Por Guillermo Zuluaga.

25 empresas multinivel cerradas

Muchas empresas que han salido al mercado con un modelo de negocio de Mercadeo en Red (multinivel), han sido detectadas y acusadas de  pirámides (esquema ponzi) y por consecuencia cerradas por entidades gubernamentales en diferentes países del mundo por supuesta estafa.

Algunos de sus dueños han sido apresados y otros se encuentran en procesos legales debido a estas acusaciones que se les han formulado.

Hay algunos dueños de estas empresas llamadas “Pirámides”, que ya se declararon culpables de los delitos que se les imputan, pero hay otros que aun continua defendiendo su reputación y el de su empresa afirmando que esta, se encuentra dentro de los límites legales que marcan las leyes en cada país.

Aquí te dejo la lista para que las conozcas y nos dejes saber qué opinas…

25 empresas pirámide cerradas

ponziEn nuestra opinión, creemos que esta lista va a seguir creciendo a pasos agigantados en los próximos años, ya que, como seguramente lo has notado, se ha venido una hola de empresas de este tipo que se hacen pasar por empresas multinivel legitimas, cundo en realidad no lo son, afectando a la verdadera industria.

Actualización:

Ha sucedido lo que mencionamos al final de esta publicación: los organismos reguladores continuan cerrando empresas por presuntamente operar bajo modelo piramidal. Entonces pues,  iremos agregando aquí debajo las empresas nuevas que que vayan surgiendo y deban ser agregadas a esta lista.

Wings Network
PubliFast
Juding
Geteasy
Wishclub
DFRF
Unetenet
Libertagia
Usfia

¿Tienes conocimiento de alguna otra empresa que debería estar en esta lista?

Déjanos saber cual es por medio de un comentario…

Fuente: noticiasmultinivel.com, 14/05/14.

como promocionar un negocio de Network Marketing

.

.

Saiba como identificar indícios de pirâmide para não cair em golpes

mayo 12, 2014

Saiba como identificar indícios de pirâmide para não cair em golpes.
Por Darlan Alvarenga.

Ao menos 18 empresas são investigadas no país por suspeita de pirâmide.
Veja como diferenciar o marketing multinível de negócios suspeitos.

Os golpes financeiros do tipo pirâmide são antigos, mas eles continuam surgindo no mercado e, com a internet, passaram a ganhar maior alcance e velocidade de propagação. Embora estes esquemas tendam sempre a se sofisticar, há características comuns que podem ajudar a identificá-los.

Atualmente são ao menos 18 empresas investigadas no país por suspeita de formação de pirâmide financeira, segundo levantamento da Associação Nacional do Ministério Público do Consumidor (MPCON).

Embora os casos mais conhecidos de suspeita de pirâmide sejam os da Telexfree e da BBom, que estão sendo alvo de decisões judiciais, o país tem registrado nos últimos meses um «boom» de empresas que têm entrado no mercado anunciando praticar o chamado marketing multinível, mas se valendo de modelos com indícios de pirâmide e não-sustentáveis, o que tem preocupado as autoridades.

O G1 ouviu representantes do governo, do Ministério Público e do mercado de vendas diretas a fim de levantar elementos que permitam identificar um negócio suspeito e diferenciar o marketing multinível da pirâmide financeira – veja na tabela abaixo.

Esquemas piramidais são algo lendário, sempre existiu alguém querendo levar vantagem. Mas tudo vai ficando mais sofisticado e a principal diferença agora é o alcance e a velocidade. Antes, era preciso reunir os potenciais interessados num espaço físico, na garagem, no clube, num hotel. Agora é tudo pela internet e ilimitado”, afirma a diretora-executiva da Associação Brasileira de Vendas Diretas (ABEVD), Roberta Kuruzu.

A entidade se diz preocupada com o crescimento do número de denúncias e afirma que os esquemas de pirâmide não podem ser confundidos com o marketing multinível, cuja atividade é legal e praticada há anos no país por diversas empresas de venda direta. A ABEVD possui atualmente 32 associadas.

Fiscalização do governo

As autoridades federais afirmam estar atentas a esta movimentação do mercado. Entre os órgãos que investigam os esquemas de pirâmide e afirmam analisar o assunto estão a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, a Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Fazenda e a Receita Federal.

“Antes de mais nada, cabe destacar que a pirâmide financeira é crime previsto em lei, mas é claro que preocupa o governo, e os órgãos de defesa do consumidor têm avaliado o impacto disso”, disse ao G1 o diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) da Secretaria Nacional do Consumidor, Amaury Oliva. «A internet deu novo espaço de divulgação e maior rapidez na criação destes esquemas, o que exige uma ação coordenada dos diversos órgãos do governo», acrescentou.

Até o momento, segundo Lopes, o único processo administrativo aberto na esfera do Ministério da Justiça por suspeita de pirâmide é o da Telexfree. Caso seja confirmada a violação aos direitos e garantias previstos no Código de Defesa do Consumidor, a empresa poderá ser multada em mais de R$ 6 milhões.

O diretor do DPCD destaca, entretanto, que na esfera criminal existem diversos inquéritos abertos no país para apurar indícios de pirâmide financeira. A Polícia Federal informou no dia 8 de julho que também abriu uma investigação contra a Telexfree. Já a Receita Federal afirma que está analisando este tipo de negócio “para inclusão em seu planejamento de fiscalização”.

O DPDC e a CVM elaboraram um guia com orientação para os investidores para identificar e se proteger de golpes e de captação irregular de recursos, uma vez que apenas as instituições financeira com o devido registro podem realizar operações financeiras.

Telexfree e BBom negam ser pirâmide

A Telexfree e a BBom negam a prática de pirâmide financeira ou de qualquer ilegalidade, e defendem a regulamentação do marketing de rede no país.

A Telexfree trabalha com a prestação de serviços de telefonia VoIP (por meio da internet). O modelo de trabalho da empresa considerado ilegal se baseia na venda de pacotes a «divulgadores», que compram e revendem contas e «recrutam» novos revendedores. Para tornar-se um divulgador, o interessado precisa pagar uma taxa de adesão e comprar os pacotes de contas, que custam a partir de US$ 289.

Segundo a empresa, «a venda de pacotes de telefonia VoIP conta com a indicação de consumidores que são remunerados à exata medida de novos consumidores» e que «a recompensa é resultado da indicação e não da adesão». Clique aqui para saber mais sobre a Telexfree.

A BBom, que em três meses já reuniu mais de 200 mil associados, afirma que o seu principal produto é a venda de rastreamento de veículos e defende a sustentabilidade do negócio. «Também vendemos rastreador porta a porta. Nosso negócio não vem da entrada de pessoas, mas da prestação de serviço», disse ao G1 o diretor de marketing da empresa, Ednaldo Bispo.

Pelo modelo oferecido pela empresa, os interessados se associam mediante o pagamento de uma taxa de cadastro, no valor de R$ 60, mais uma taxa de adesão, que variava de R$ 600 a R$ 3 mil, de acordo com o plano escolhido. Depois disso, a pessoa é estimulada a atrair novos associados e pagar uma taxa mensal no valor de R$ 80, pelo prazo de 36 meses. Quanto mais participantes o associado consegue trazer para a rede, maior é a premiação prometida. Clique aqui para saber mais sobre a BBom.

Ao decretar no dia 11 de julho a indisponibilidade dos bens da BBom, a juíza federal de Goiânia, Luciana Laurenti Gheller, entendeu que a “sustentabilidade” do negócio não advém da renda gerada pela venda do produto supostamente objeto da franquia, mas sim do recrutamento por ele feito de novos associados.

Pirâmide é crime previsto em lei

Pela legislação brasileira, a prática de pirâmide financeira se configura crime contra a economia popular. A lei n° 1.521, de 26 de dezembro de 1951, estabelece pena de 6 meses a 2 anos de prisão, além de multa, para o crime de «obter ou tentar obter ganhos ilícitos em detrimento do povo ou de número indeterminado de pessoas mediante especulações ou processos fraudulentos («bola de neve», «cadeias», «pichardismo» e quaisquer outros equivalentes)».

O promotor de Goiás Murilo de Moraes e Miranda, presidente da MPCON, lembra que este tipo de prática costuma estar também associada a outros crimes, como como lavagem de dinheiro e remessa ilegal para o exterior.

Segundo o DPDC, a principal preocupação do governo é no sentido de antecipar-se ao momento de quebra da pirâmide, quando os prejuízos são de fato causados e os investidores não conseguem recuperar os valores aplicados.

“Nosso trabalho é focado na prevenção ao consumidor, alertando para que sempre se desconfie de promessas de ganhos muito altos e fáceis, e de negócios que dependam mais da entrada de novos associados e não sejam sustentáveis”, diz Oliva.

Os Ministérios Públicos Federal e Estaduais tem trabalhado em parceria com ações visando o bloqueio dos bens das empresas com indícios de pirâmide com o objetivo de evitar futuras quebras e possibilitar um futuro ressarcimento.

«Este tipo de esquema é coisa antiga. Mas com as redes sociais ganhou um fermento potencial inimaginável. Hoje, estas empresas crescem de manera rápida demais e aprendemos que quanto antes se consegue intervir e bloquear menor o prejuizo para as vítimas», diz o procurador da República em Goiás Helio Telho. «A pirâmide tem vida curta. E quem está do meio para baixo toma prejuízo sempre. E é sempre a maioria. As pessoas ficam na expectativa que vão chegar no topo e o encantamento com a possibilidade de mudar de vida acaba muitas vezes afetando até mesmo o senso crítico», acrescenta.

Pirâmide x marketing multinível

O especialista em marketing multinível e presidente da empresa Full..Z, Marcos Duda, explica que muitas vezes as pirâmides desabam após pouco mais de um ano, o que exige uma agilidade e ação cada vez mais eficiente das autoridades. «Com a impunidade, aumentou o número de pirâmides e elas estão ficando mais sofisticadas, tendo CNPJ e até recolhendo impostos, além de terem um produto ou um pseudo-serviço», alerta o consultor, que mantém um blog sobre marketing multinível e publica listas de empresas confiáveis e não-confiáveis.

«Neste esquemas o participante alicia um novo membro e o novo membro paga pela adesão em dinheiro ao recrutador, não para a empresa, o que faz com que o dinheiro não saia da empresa e ajude a mantê-la viva por mais tempo. Com o dinheiro em mãos e com a alta remuneração mensal oferecida, o participante geralmente compra mais pacotes», explica Duda, alertando que o marketing multinível não pode ser utilizado para captação de recursos para investimento.

Os maiores golpes do tipo pirâmide já registrados e julgados no país foram o Avestruz Master e o Fazendas Reunidas Boi Gordo, onde ficou comprovada que a principal atividade era captação antecipada e irregular de recursos junto ao público.

A maior dificuldade para o combate a esse tipo de golpe financeiro é que, na maioria dos casos, a comprovação da insustentabilidade do negócio não é imediata e a pirâmide acaba sendo camuflada, cabendo a Justiça analisar caso a caso.

O próprio diretor do DPDC admite que, muitas vezes, a diferença entre um modelo de marketing multinível (MMN) e de um esquema de pirâmide acaba sendo “muito sutil” e que, por isso, a melhor recomendação continua sendo «desconfiar de dinheiro fácil».

Uma das diferenças fundamentais entre as duas práticas é que na pirâmide a remuneração viria, sobretudo, das taxas de adesão pagas pelos associados e da entrada de novos investidores, e não da venda de produtos ou serviços. Assim, os ganhos dos associados são garantidos principalmente do pagamento das novas adesões – ou seja, os novos participantes remuneram os antigos. Nesse sentido, seria necessária uma população infinita para garantir que o negócio fosse continuamente viável e lucrativo.

«Num esquema piramidal, a base sustenta quem está no topo. Ou seja, quanto mais a rede cresce, mais gente vai perder dinheiro a custa de um golpe de captação da poupança popular, com a venda de algo que, na prática, não existe», explica o promotor Murilo de Moraes e Miranda.

Como se proteger

Embora algumas empresas defendam a regulamentação da atividade de marketing multinível, para o governo e MP, a legislação atual já permite separar as duas atividades e identificar as pirâmides. “Quando é golpe dá para perceber facilmente, pois só há aparência de venda de alguma coisa. O que importa mesmo é a circulação de dinheiro”, diz o presidente da associação de promotores.

Este tipo de esquema costuma seguir um roteiro comum após a adesão de um grande número de associados: atraso nos pagamentos ou entrega do que se oferece, dificuldade de contato com os responsáveis, promessas de regularização da atividade e perda dos recursos aplicados.

Para a Associação Brasileira de Vendas Diretas (ABEVD), as regras atuais e o código de autoregulamentação do setor são suficientes para diferenciar a pirâmide do modelo multinível.

A diretora-executiva da associação explica que a grande maioria das empresas de venda direta do país se utiliza de algum mecanismo de marketing multinível, oferecendo aos associados a possibilidade de ganhos complementares e bonificações por meio da captação de novos revendedores. Ela ressalta, porém, que os ganhos são proporcionais ao esforço empreendido, com recolhimento de imposto e garantia de devolução dos recursos financeiros, em caso de desistência.

Preço de taxa de adesão e do produto

Segundo a ABEVD, para o marketing multinível ser sustentável o consumo dos produtos e serviços precisa ser alto fora da rede. Ou seja, precisa existir mais pessoas fora da rede cadastrada consumindo do que dentro. É essencial também que os clientes continuem a ser estimulados a voltar a comprar o produto ou serviço com os revendedores.

«No nosso entendimento, a grande maioria dos esquemas de pirâmide se transvestem de marketing multinível para iludir o possível revendedor», afirma Roberta, que recomenda que os consumidores consultem a associação e os órgãos públicos sempre que suspeitarem de uma oferta de negócio.

A diretora da associação explica ainda que, num modelo sustentável, o produto ou serviço precisa ser oferecido a preços que tenham correspondência aos similares disponíveis no mercado e a taxa de adesão precisa ser proporcional ao retorno imediato entregue aos revendedores em termos de produtos, capacitação ou licenças.

“A taxa de adesão só pode ser alta se existir uma contraprestação correspondente imediata, não pode ser apenas uma promessa de retorno financeiro futuro”, diz a presidente da ABEVD.

O mais importante, entretanto, é sempre desconfiar de qualquer oferta de dinheiro fácil e sem risco. «Eu sempre digo que a primeira pergunta que devemos fazer é se compraríamos aquele produto ou serviço por aquele preço se não fizéssemos parte do negócio. Se você e nem as pessoas a sua volta se interessam pelo produto ou pelo serviço nesse preço, é um forte sinal que é apenas uma fachada para um sistema piramidal», afirma Marcos Duda.-

———–

Entenda as diferenças entre marketing multimível e pirâmide

O que é pirâmide financeira?

O esquema em pirâmide, também conhecido como esquema Ponzi, depende basicamente do recrutamento progressivo de outras pessoas para o sistema, sem levar em consideração a real geração de vendas de produtos ou serviços. Os ganhos, portanto, não vêm dessas vendas, mas das taxas pagas por quem entra no sistema, com os novos associados remunerando os antigos. Costuma incentivar grandes investimentos em múltiplas compras dos pacotes oferecidos. Em dado momento, o negócio se torna insustentável, uma vez que é matematicamente impossível atrair novos participantes para a rede, e os que entraram por último acabam sendo lesados e perdendo os recursos aplicados. É crime previsto em lei.

O que é marketing multinível (MMN)?

Também chamado de marketing de rede, trata-se de modelo de negócio legal, em que o integrante da rede pode ter ganhos tanto em razão da venda de produtos ou serviços como através de recrutamento de outros vendedore. Nesse caso, seu faturamento será proporcional à receita gerada pelas vendas dos integrantes de sua rede. As empresas não precisam fazer grandes investimentos em publicidade e repassam aos seus distribuidores bônus e comissões de venda.

Como identificar indícios de pirâmide?

Na maioria dos casos, a utilização do produto ou serviço é irrelevante. O que conta é recrutar novos participantes. Prometem mudança de vida e retorno de até 300% em poucos meses. O investidor deve sempre se perguntar se compraria o produto ou serviço por aquele preço se não fizesse parte do negócio e também se o que é oferecido continuaria sendo comercializado, e por preço similar, sem a rede.

O que distingue o marketing multinível da pirâmide?

A diferença básica é que o Marketing Multinível (MMN) é um canal de distribuição de produtos e serviços e não de captação de recursos para investimento, e não depende de novos associados para a sustentabilidade do negócio. No MMN, o número de consumidores dos produtos ou serviços é sempre superior ao número de revendedores, e o consumo é baseado no benefício e qualidade que trazem. Outra diferença é que as empresas pagam apenas um percentual de vendas já realizadas. Ou seja, se nunca mais entrar um novo membro, os pagamentos terão como ser mantidos, uma vez que o consumidor final estará utilizando o produto, mesmo sem fazer parte da rede.

Há alguma lei que regulamente o sistema de marketing multinível?

Não há leis específicas no Brasil que regulamentem o modelo comercial de vendas em redes. As autoridades afirmam, porém, que a legislação atual já permite distinguir e punir as práticas ilegais que se tranvestem de MMN. A Associação Brasileira de Vendas Diretas (ABEVD), que possui 32 associados, mantém um Código de Ética e afirma seguir um modelo mundial de conduta que excede os requerimentos legais nacionais.

O que observar antes de se associar a uma empresa de marketing multinível?

– Verifique se a empresa é filiada à ABEVD, à DSA ou WFDSA, que são entidades que exigem o cumprimento de um código de ética e conduta

– Faça uma cópia da apresentação da oferta e do contrato e, se possível, consulte um advogado ou especialista

– Confira se os mecanismos de premiação e bonificação são calculados levando em consideração a real geração de vendas de produtos e não sobre as adesões de novos participantes que tenham sido indicados pelo associado

– Verifique se a taxa de adesão e pagamentos são compatíveis com o retorno imediato entregue aos revendedores em termos de produtos, capacitação ou licenças e se há garantia de devolução em caso de desistência

Fonte: G1 – Globo.com, 12/07/2013.

Telexfree: Un negocio multinivel acusado de ser una estafa piramidal

mayo 12, 2014

Telexfree: Un negocio multinivel acusado de ser una estafa piramidal

Video: Investigación periodística en República Dominicana.

Telexfree es un nombre comercial, propiedad de Telexfree Inc, que se hizo conocido por sus operaciones en Brasil mediante la empresa Ympactus Comercial Ltda, que actualmente está involucrada en una investigación y en un juicio por ser acusada de funcionar según un esquema Ponzi. 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Recientemente, las actividades de Telexfree en Estados Unidos han sido suspendidas por la U.S. Securities and Exchange Commission (Comisión de Valores de EE.UU.) bajo la acusación de operar un esquema piramidal de un billón de dólares.15

Telexfree Inc. posee los derechos de la marca TelexFREE a nivel mundial. La empresa fue creada por Carlos Roberto Costa, Carlos Nataniel Wanzeler y James Matthew Merrill después de cambiar su anterior denominación social «Common Cents Communications Inc.», que se incorporó en Massachusetts, Estados Unidos.16 De acuerdo con la Oficina de Registro de Empresa de Massachusetts, Telexfree Inc. comenzó a utilizar esta denominación el 15 de febrero de 2012.

Telexfree Inc. tiene varias filiales que operan el Plan de Marketing TelexFree, entre ellas una empresa brasileña llamada «Ympactus Comercial Ltda», que fue suspendida el 13 de junio de 2013 por tribunal brasileño del estado de Acre.17 18

Las operaciones de Telexfree en Brasil fueron descritas como uno de los mayores fraudes de la historia de ese país,19 20 21 según el Ministerio de Justicia de Brasil22 y el Público Ministerio Federal.7 El número de inversores, denominados «promotores» por Telexfree, todavía no ha sido determinado; para finales de agosto de 2013, justo después de la suspensión de la empresa, Carlos Roberto Costa (director) dijo que la empresa tenía 1,049,619 promotores activos en Brasil.23 24 Puesto que la empresa está siendo investigada por las autoridades brasileñas, el Tribunal ha congelado el activo de la empresa y de sus dueños y ha mantenido la suspensión de sus actividades. Telexfree Brasil (Ympactus Comercial Ltda) niega las acusaciones, diciendo que opera según una estructura de Marketing multinivel, comercializando servicios VoIP. El fallo final probablemente se emita en 2014 y, hasta entonces, es probable que el activo de la empresa permanezca congelado, según el Ministerio Público del estado de Acre.25

Los nombres de las empresas Telexfree y BBOM, ambas acusadas de funcionar según un esquema Ponzi y suspendidas en Brasil, figuraron entre los 10 términos más buscados en Google durante el año 2013 en Brasil. Telexfree se clasificó en segundo lugar, justo después de «BBB 13» (Big Brother Brasil 13).26 27 28

El 13 de abril de 2014 TelexFree se declaró en bancarrota y presentó demanda de amparo ante el código de bancarrota de Estados Unidos.29 30

El 15 de abril de 2014 la U.S. Securities and Exchange Commission (Comisión de Valores de Estados Unidos) presentó cargos contra TelexFree Inc. y TelexFree LLC por operar «un esquema piramidal de gran tamaño que iba dirigido principalmente a inmigrantes dominicanos y brasileños residentes en Estados Unidos». El día siguiente, 16 de abril, acogiendo la solicitud de la Comisión, el Tribunal de Distrito en Boston ordenó la congelación de los activos de la empresa.31

Referencias:

1. Estado de Nevada – Registration Office (6 de diciembre de 2013). «Inscripción de la empresa Telexfree LLC en Nevada». Nvsos.gov. Archivado desde el original el 27 de septiembre de 2013. Consultado el 2 de diciembre de 2013.

2. Estado de Massachusetts – Registration Office (2 de diciembre de 2013). «Inscripción de la empresa Telexfree LLC en Massachusetts» (en inglés). Sec.state.ma.us. Archivado desde el original el 2 de diciembre de 2013. Consultado el 2 de diciembre de 2013.

3. «Información sobre Telexfree LTD» (en inglés). Companycheck UK. Consultado el 5 de diciembre de 2013.

4. Gobierno de Canadá – Corporaciones (5 de diciembre de 2013). «Telexfree Canada Inc. Registration». Ic.gc.ca. Consultado el 5 de diciembre de 2013.

5. «Registro de inscripción de la empresa Ympactus Comercial» (en portugués). Receita Federal. Consultado el 5 de diciembre de 2013.

6. «TelexFree investigada en Brasil» (en inglés). Behind MLM. Consultado el 6 de diciembre de 2013.

7. «Entienda el caso Telexfree» (en portugués). G1 News Portal. Consultado el 6 de diciembre de 2013.

8. «Telexfree en la transmisión Fantástico» (en portugués). Rede Globo de Televisão. Consultado el 4 de diciembre de 2013.

9. «Justicia ve indicios de pirámide financiera en Telexfree y ordena investigación» (en portugués). G1 News Portal. Consultado el 4 de diciembre de 2013.

10. «Empresa Telexfree investigada por el Ministerio de Justicia» (en portugués). SBT Television. Consultado el 4 de diciembre de 2013.

11. «Sepa reconocer los indicios de pirámides financiera». G1 Globo (en portugués). 7 de julio de 2013. Consultado el 12 de diciembre de 2013.

12. «La justicia determina que Telexfree no puede reclutar más promotores» (en portugués). A Gazeta. Consultado el 29 de enero de 2014.

13. «Ministerio de Financias acusa Telexfree de operar esquema Ponzi» (en portugués). A Gazeta. Consultado el 29 de enero de 2014.

14. «Ministerio de Justicia abre un juicio contra Telextree por indicios de pirámide financiera». Folha de S Paulo (en portugués). Consultado el 29 de enero de 2014.

15. «SEC detiene el equema piramidal de TelexFree». Forbes (en inglés). Consultado el 22 de abril de 2014.

16. Estado de Massachusetts-Registration Office (2 de diciembre de 2013). «Inscripción de la empresa Telexfree INC». sec.state.ma.us. Archivado desde el original el 2 de diciembre de 2013. Consultado el 2 de diciembre de 2013.

17. «La justicia suspende las operaciones de Telexfree» (en inglés). Behind MLM. Consultado el 4 de diciembre de 2013.

18. «La justicia bloquea los pagos de Telexfree e impide la entrada de nuevos participantes» (en portugués). IG News Portal. Consultado el 5 de diciembre de 2013.

19. «Telexfree sigue sin poder realizar pagos» (en portugués). IG News Portal. Consultado el 4 de diciembre de 2013.

20. «Telexfree es considerado como uno de los mayores fraudes de la historia de Brasil» (en portugués). Ariquemes Online Newspaper. Consultado el 4 de diciembre de 2013.

21. «Telexfree, la estafa del siglo» (en portugués). Luis Nasiff. Consultado el 3 de diciembre de 2013.

22. «Ministerio de Justicia abre el juicio contra Telexfree» (en portugués). Valor Econômico Newspaper. Consultado el 28 de junio de 2013.

23. «Telexfree realizó el sueño de muchos» (en portugués). A Tribuna Newspaper. Consultado el 10 de diciembre de 2013.

24. «Telexfree: el Público Ministerio orienta a los promotores a no demandar a Telexfree ahora» (en portugués). IG News Portal. Consultado el 4 de diciembre de 2013.

25. «El fallo sobre Telexfree y BBom no se emitirá en 2013» (en portugués). Veja.abril.com.br. Consultado el 8 de septiembre de 2013.

26. «Acusadas de pirámide entre las más buscadas en Google en 2013» (en portugués). ISTOÉ Dinheiro. Consultado el 19 de diciembre de 2013.

27. «El nombre de Nelson Mandela estuvo entre las palabras más buscadas en Google en 2013» (en portugués). G1 Globo. Consultado el 19 de diciembre de 2013.

28. «Google revela lo que el mundo buscó en 2013» (en portugués). Exame Abril. Consultado el 19 de diciembre de 2013.

29. «Petición de bancarrota de TelexFree» (en inglés). Consultado el 15 de abril de 2014.

30. «Declaración de bancarrota de TelexFree se apodera de las redes sociales». Listín Diario. Consultado el 15 de abril de 2014.

31. «SEC detiene esquema piramidal» (en inglés). Comunicado de prensa del SEC. Consultado el 21 de abril de 2014.

Fuente: Wikipedia, 2014.

Video: Alerta periodística en República Dominicana (16/09/13).

« Página anterior